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SERVIÇOS PRESTADOS

PREVENÇÃO DE PERDAS

• Avaliação e especificação de contenção secundária

A contenção secundária é utilizada com uma segunda linha de defesa para controlar ou mitigar as conseqüências de eventos relacionados à perda de contenção. Pode assumir várias formas, sendo que as mais comuns são: bacias de contenção, canaletas, poços, vasos de retenção, tanques de parede dupla e tubos concêntricos.

Bacias de contenção são geralmente usadas ao redor de tanques de estocagem ou área para estocagem de tambores, onde líquido tóxicos ou inflamáveis são mantidos. Taludes ou calanetas podem ser adotados como medidas alternativas. As vezes as bacias são adotadas dentro das plantas para conter reatores e outros vasos de processo. Compostos incompatíveis deveriam ser armazenados em bacias separadas. Bacias de contenção devem ser construídas de concreto ou bloco armado, e revestimento adequado para evitar ataque em caso de derramamento.

Sempre que houver alguma preocupação maior com vazamentos em tanques e vasos, uma alternativa para bacia de contenção é criar uma segunda parede no equipamento. O monitoramento da região anular por meio de analisadores específicos ou chaves de nível pode alertar a equipe de operação sobre um vazamento.

A parede dupla é adotada para tanques subterrâneos ou tanques em locais remotos, onde um vazamento não detectado pode comprometer dramaticamente o meio ambiente. Esta forma de proteção também pode ser aplicada a vasos de processo localizados dentro de plantas.

Reatores ou vasos com camisa tem como função principal proporcionar resfriamento ou aquecimento (usando água, vapor, refrigerantes, fluido térmico) para manter as temperaturas dentro da contenção primária. Em alguns casos, o monitoramento do meio de transferência de calor é usado para detectar a perda de contenção.

Tubulações providas com uma parede externa ou tubulação externa adicional oferecem um barreira adicional contra perda de contenção. Como no caso de tanques com parede dupla, este tipo de arranjo é recomendável onde a substância transportada é muito perigosa e não há nenhum outro meio para conter o escape. Esta forma de proteção é particularmente usada para proteger tubulações de materiais menos robustos, tais como vidro ou plástico, empregados para compostos corrosivos (ex.: bromo, ácidos fortes). A tubulação de fora deve ser de um material mais forte (ex.: aço-carbono), que seja suficiente para oferecer contenção adicional sem falha por um breve período. O monitoramento da região anular pode ser usada para detectar uma falha inicial e alertar a equipe de operação.

A concepção dos sistemas de drenagem dentro e fora das plantas deve levar em conta a necessidade de segregar os derramamentos de substâncias perigosas. O projeto deve considerar: derramamentos, água de chuva, efluentes, combate à incêndio.

Em muitos casos estas funções estão combinadas, tal como água de incêndio e efluentes de processo sendo encaminhados para uma lagoa de contenção. Onde existe a possibilidade de substâncias perigosas alcançarem o sistema de drenagem, devemos prever interceptores e poços com capacidade suficiente para evitar um acidente de grandes proporções fora da empresa. Alguma metodologia de identificação de perigos pode ser adotada para analisar o sistema.

Para os efluentes de processo oriundos de pequenos vazamentos e lavagem de pisos, a boa prática é prever um poço local, que é amostrado antes de ser esvaziado.

 

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